"Quantas pessoas já se perguntaram quem Jesus realmente era e o que ele ensinava? Qual é a verdadeira natureza de Deus" ?
22 de jun. de 2013
O mundo não está mudando, as pessoas sim!
Pessoas mobilizando-se em passeatas pelo mundo para o bem comum, você pode não ter notado, mas esses movimentos estão acontecendo em todas as capitais do mundo; seja para derrubar um regime comunista, seja para mudar um costume antigo religioso, seja para manifestar repúdio ao mundo financeiro que só melhora a vida de uma minoria, seja para afastar de vez a corrupção e os desmandos feitos com dinheiro público, seja para mudar leis que permitem ficar impunes assassinos inconsequentes embriagados com suas maquinas possantes.
O
cuidado para não se tornar massa de manobra de quem quer que seja...
Inevitavelmente,
diante de tantas mazelas, desmandos, corrupção, insegurança, temos que escolher
um caminho.
Mas
ter cuidado ao atender o clamor à qualquer chamado para irmos às ruas.
Principalmente pelas redes sociais, muitos politicos estão travestidos de
líderes comunitários. Muito lobo em pele de cordeiro por aí.
Também
estão os oportunistas, que independentemente de partido politico,ou bandeiras
sociais, torcem para que o caos seja estabelecido, querem o estouro da boiada
para surgirem das cinzas como a Fenix Salvadora, na pele de um novo Vargas.
E há
muito se sabe, que multidão não tem cérebro.
Devemos
sim, sair às ruas, reivindicar melhoras para o nosso país, mas acima de tudo
seguir o anseio da nossa alma como indivíduos e cidadãos que somos.
Ir às
ruas com o espírito cívico, que brota em cada coração e com o anseio do amor
incondicional pelo outro, aliás amor é uma palavra pouco falada nesse momento.
Já
ouvi de pessoas que conheço a frase:
Porrada neles ! A favor da polícia.
E
quando o movimento cresceu o velho discurso babaca e sem noção. Nossa que lindo
tanta gente ! A favor da manifestação.
Não se
engane, há algo de espiritual muito forte acontecendo nesse momento. Portanto
ao sair para as ruas, temos que ter a certeza de fazê-lo sem àquela retorica
politica ou social, velha e rançosa de um passado que não serve mais, desses
"canalhas" que insistem no poder ou viver ao redor dele.
Os
meios de comunicação querem nos enfiar goela abaixo, a comoção do vandalismo
nas manifestações, quando mostram dia e noite em nossas casas esses atos de
violência na maioria das vezes editados com o intuíto de gerar a indignação
daqueles que são passivos a esse momento histórico.
Discursos
do politicamente correto pipocam nas redes sociais, e no jornalismo do tipo;
manifestem-se mas não vandalizem, como fosse possível fazer omeletes sem
quebrar ovos.
Esse
sentimento é interessante para que se
instale na população o medo de uma guerra civil. Cuidado isso é manobra...
Esse
discurso é vazio, quem em sã consciência é a favor do vandalismo e da
depredação de lugares públicos... Percebem ?
A
realidade é bem outra nesse momento historico, tem que haver sim essa
mobilização, mas que seja horizontal e principalmente do individuo, não existe
esquerda, nem direita e nem centro, existe sim o horizonte que há tempo não se
via.
Os
meios de comunicação, os intelectualoídes de plantão, procuram por lideranças
que representem A B ou C tentam minimizar e esvaziar o movimento, denominando-o
de " sem causa".
Será
que vocês procuram por um boi de piranha... Cuidado gente isso é manobra. Ou
vocês estão tão apegados ao velho ranço de se fazer política, que não conseguem
enxergar um palmo diante do nariz... Não tem que haver um só interlocutor, nós
somos os interlocutores, é só perguntar para qualquer um nas ruas e eles dirão
o que reivindicam.
Vocês
querem saber para onde isso vai ? O que importa nesse momento é que vá...
É o
momento de todas as classes se manifestarem, e de todos movimentos que aí estão
e lutam por melhoras, mas com a consciência, da mudança plena, sem as bandeiras
vermelhas dos sindicatos que até hoje viveram grudados em torno do poder, em
detrimento dos trabalhadores.
Mudança
nas urnas, no ato de se fazer política, na maneira de tratar a educação nesse
país, de se cuidar da saúde, mudança dos controladores da mídia que manipulam e
levam aos nossos lares mais violencia através dos programas de entretenimento
de qualidade duvidosa e péssima, mudança ao se fazer jornalismo, mudança ao
tratar com os impostos, que não retornam em nosso benefício, mudança nas
viagens com comitivas presidenciais homericas, com o nosso dinheiro.
Esse
momento,está acontecendo em nosso país e irá se repetir em outros países da
America Latina, não tem mais jeito o povo cansou de ser manipulado.
E
ainda bem que começou conosco, afinal ainda seremos no futuro um País de
primeiro mundo.
Nelson
Sganzerla
Orgulhoso
de ser um cidadão BRASILEIRO.
19 de mar. de 2012
O FASCÍNIO DE UMA FOLHA EM BRANCO
O fascínio de uma folha em branco...
por Nelson Sganzerla - nelsonsganzerla@terra.com.br
Assim eu acho que é a vida, quando por aqui chegamos, uma folha em
branco, para que nela possamos escrever a nossa história. Óbvio que para um
escritor a apresentação de uma folha em branco é muita mais instigante e
fascinante que para quem não possui o dom da escrita.
Para um poeta a mesma folha em branco lhe aparece dividida em versos, que saltam aos seus olhos e à sua mente.
Em uma folha em branco, Freud o pai da psicanálise escreveu suas obras; Nietzsche a partir de uma folha em branco escreveu “Assim falou Zaratustra”; Shakespeare escreveu Otelo, Romeu e Julieta.
E para você... o que lhe parece ser uma folha em branco? Com quantas folhas em branco você já se deparou em sua vida e perdeu a chance de escrever a sua história, que possivelmente é a mais importante história que você tenha lido, ou poderá ler. Através dela, você possibilita que participem todos que acompanham sua existência.
Perceba a importância de uma folha em branco, coloque-a em frente aos seus olhos e procure imaginar as infinitas possibilidades de histórias que lhe são oferecidas, histórias de amor, de alegria, de bem querer, de sucesso, de convivência feliz, ao escrever cada parágrafo daquilo que você mais quer e ama.
Ao se deparar com uma folha em branco, da próxima vez, olhe-a profundamente e deixe que seus pensamentos fluam como água em uma bica; deixe-os verter e correr montanha, colina ou serra abaixo, deixando marcas por onde passa; procure não deixar a folha da história da sua vida em branco, pois se assim o fizer, não estará permitindo que outros façam parte da sua vida e estará interrompendo um ciclo importante aqui na Terra, que não cabe a você fazê-lo.
Procure deixar o seu legado escrito nessa folha, não importa qual seja ou o que seja, mas deixe-o... as pessoas que virão, irão querer saber quem foi você... E precisarão também decidir se você será o espelho a refletir nas histórias de suas vidas, através daquilo que deixar escrito em sua historia de vida, na sua folha em branco.
Não queira escrever em sua folha em branco somente vitórias. Isso não será possível... Ninguém aqui na Terra conseguirá viver só de vitórias, tolo é quem assim pensar; mas procure escrever e evidenciar em letras maiúsculas para que todos possam ler as suas vitórias que foram realmente importantes e como você fez para realizá-las e se ainda não as realizou; procure escrever também como irá fazer para realizá-las, isso será muito importante para que as pessoas que lhe querem bem saibam.
Procure não omitir os dias de tristeza que teve que passar, dias de dificuldades, que só você bem lá dentro no cantinho da alma sabe quais foram e muito lhe custaram, de choro e lágrimas, às vezes, sozinha no silêncio do seu quarto, mas escreva também como conseguiu enfim...
Depois de tudo, abrir a janela e deixar o sol entrar e trazer de volta ao seu olhar o brilho da felicidade e da esperança por ter aprendido, embora com a tristeza, o verdadeiro significado de viver.
Esse é o fascínio que uma folha em branco exerce sobre nós: a oportunidade de escrever a nossa história de vida...
Só não escreva nessa folha histórias que você não acredita do tipo: embasado na mentira ou na injustiça, na arrogância, no orgulho, na intolerância e com isso vir a causar sofrimento de outro ser humano.
Também não queira parecer um salvador ou contar vantagens e usar de falsa modéstia. É lógico que a folha da sua vida tudo aceitará, afinal, uma folha em branco tudo aceita para lhe fazer valer o livre-arbítrio.
Mas não se engane, em algum momento, a vida irá lhe cobrar e talvez você não possa pagar, nem com todo o ouro do mundo, aquilo de mal que fizer aos outros e também a você.
Mas creia, é fascinante ter uma folha em branco diante de nós. Óbvio que é preciso coragem para começar a escrever. Muitas vezes, você terá que apagar e começar tudo de novo.
Não fique triste... ao contrário do que dizem, a vida nos permite começar de novo, desde que seja sincero e queira de fato fazê-lo, lembra-se do rascunho?
A vida ainda lhe permite isso... antes da história final, você poderá mudar, apagar e consertar o que quiser. Tudo é possível, desde que você queira mudar.
Não dê importância, se acaso não tenha o dom da escrita, o fundamental é que você escreva... Quem ler entenderá... a importância não está na forma da escrita e, sim, no ato de escrever, em sua folha em branco, a história da sua vida e sentir o mesmo fascínio que eu sinto agora, escrevendo para você nessa minha folha em branco.
Pense nisso.
Texto revisado
Para um poeta a mesma folha em branco lhe aparece dividida em versos, que saltam aos seus olhos e à sua mente.
Em uma folha em branco, Freud o pai da psicanálise escreveu suas obras; Nietzsche a partir de uma folha em branco escreveu “Assim falou Zaratustra”; Shakespeare escreveu Otelo, Romeu e Julieta.
E para você... o que lhe parece ser uma folha em branco? Com quantas folhas em branco você já se deparou em sua vida e perdeu a chance de escrever a sua história, que possivelmente é a mais importante história que você tenha lido, ou poderá ler. Através dela, você possibilita que participem todos que acompanham sua existência.
Perceba a importância de uma folha em branco, coloque-a em frente aos seus olhos e procure imaginar as infinitas possibilidades de histórias que lhe são oferecidas, histórias de amor, de alegria, de bem querer, de sucesso, de convivência feliz, ao escrever cada parágrafo daquilo que você mais quer e ama.
Ao se deparar com uma folha em branco, da próxima vez, olhe-a profundamente e deixe que seus pensamentos fluam como água em uma bica; deixe-os verter e correr montanha, colina ou serra abaixo, deixando marcas por onde passa; procure não deixar a folha da história da sua vida em branco, pois se assim o fizer, não estará permitindo que outros façam parte da sua vida e estará interrompendo um ciclo importante aqui na Terra, que não cabe a você fazê-lo.
Procure deixar o seu legado escrito nessa folha, não importa qual seja ou o que seja, mas deixe-o... as pessoas que virão, irão querer saber quem foi você... E precisarão também decidir se você será o espelho a refletir nas histórias de suas vidas, através daquilo que deixar escrito em sua historia de vida, na sua folha em branco.
Não queira escrever em sua folha em branco somente vitórias. Isso não será possível... Ninguém aqui na Terra conseguirá viver só de vitórias, tolo é quem assim pensar; mas procure escrever e evidenciar em letras maiúsculas para que todos possam ler as suas vitórias que foram realmente importantes e como você fez para realizá-las e se ainda não as realizou; procure escrever também como irá fazer para realizá-las, isso será muito importante para que as pessoas que lhe querem bem saibam.
Procure não omitir os dias de tristeza que teve que passar, dias de dificuldades, que só você bem lá dentro no cantinho da alma sabe quais foram e muito lhe custaram, de choro e lágrimas, às vezes, sozinha no silêncio do seu quarto, mas escreva também como conseguiu enfim...
Depois de tudo, abrir a janela e deixar o sol entrar e trazer de volta ao seu olhar o brilho da felicidade e da esperança por ter aprendido, embora com a tristeza, o verdadeiro significado de viver.
Esse é o fascínio que uma folha em branco exerce sobre nós: a oportunidade de escrever a nossa história de vida...
Só não escreva nessa folha histórias que você não acredita do tipo: embasado na mentira ou na injustiça, na arrogância, no orgulho, na intolerância e com isso vir a causar sofrimento de outro ser humano.
Também não queira parecer um salvador ou contar vantagens e usar de falsa modéstia. É lógico que a folha da sua vida tudo aceitará, afinal, uma folha em branco tudo aceita para lhe fazer valer o livre-arbítrio.
Mas não se engane, em algum momento, a vida irá lhe cobrar e talvez você não possa pagar, nem com todo o ouro do mundo, aquilo de mal que fizer aos outros e também a você.
Mas creia, é fascinante ter uma folha em branco diante de nós. Óbvio que é preciso coragem para começar a escrever. Muitas vezes, você terá que apagar e começar tudo de novo.
Não fique triste... ao contrário do que dizem, a vida nos permite começar de novo, desde que seja sincero e queira de fato fazê-lo, lembra-se do rascunho?
A vida ainda lhe permite isso... antes da história final, você poderá mudar, apagar e consertar o que quiser. Tudo é possível, desde que você queira mudar.
Não dê importância, se acaso não tenha o dom da escrita, o fundamental é que você escreva... Quem ler entenderá... a importância não está na forma da escrita e, sim, no ato de escrever, em sua folha em branco, a história da sua vida e sentir o mesmo fascínio que eu sinto agora, escrevendo para você nessa minha folha em branco.
Pense nisso.
Texto revisado
1 de mar. de 2012
O FATO DE VOCÊ NÃO DECIDIR, JÁ É UMA DECISÃO !
O fato de você não decidir, já é uma decisão!
por Nelson Sganzerla - nelsonsganzerla@terra.com.br
O muro foi feito para os
gatos andarem em cima dele.
É, meu amigo, essa é a realidade.
Se você pensa que se abster de uma opinião é simplesmente ficar na sua: ledo engano.
De uma maneira ou de outra você decidiu. Nada nesse mundo existe sem que aja uma ação, por mais que você tente não opinar, o fato de não fazê-lo já é uma opinião e, portanto, uma decisão.
Quando afirmo isso, lembro-me do nosso congresso, quando em dia de votação, alguns políticos se abstém ao voto, simplesmente estão tomando um partido, seja para A ou para B; não dá para fugir disso. Mas é óbvio e claro que o político sabe disso; isso se aplica a todos nós, que somos reles mortais.
Na vida, de uma maneira ou de outra, tomamos partido, apenas às vezes não sabemos.
Nada existe nesse mundo que não carregue a nossa decisão, seja para o sim, ou para o não. Portanto, procure não se enganar, achando que de certa maneira você estará se abstendo de qualquer posição nessa vida. Tudo que ocorre no seu dia-a-dia tem a sua participação, alguma posição você irá tomar a favor ou contra alguém.
A vida sempre nos coloca em situações que são adversas à nossa vontade, forçando-nos a tomar posições a favor de uns ou de outros. Sempre estaremos em uma saia justa e, muitas vezes, difícil de decidir o lado para o qual iremos dar o nosso apoio.
Certamente, você já passou por situações difíceis quando teve que decidir entre um amigo e outro. Ou optar por um novo amor em detrimento de um velho amor.
Sei bem como é uma situação assim, mas lhe digo, não tem jeito, ou você assume uma postura que seja efetiva, ou o seu próprio silêncio irá demonstrar o lado que você assumiu nessa história.
Infelizmente, somos humanos e passíveis do nosso ego, nosso temperamento, nossa personalidade às vezes moldada em convívio com o nosso meio. Então, nos tornamos prepotentes, arrogantes, orgulhosos, fúteis e por que não dizer, até displicentes ou indolentes em nossas atitudes. Por mais que a vida nos coloque diante da realidade, sempre existe em nós uma rota de fuga, onde nossa mente insiste em nos levar, talvez por estarmos em uma zona de conforto, ou pelo medo de mudar e passar a caminhar por estradas tortuosas que jamais imaginaríamos caminhar.
Somos assim: inseguros, medrosos, acomodados, mas via de regra, imaginamos saber tudo no que diz respeito à vida dos outros, nossas atitudes, na maioria das vezes impensadas, determinam o que os outros devem e podem fazer. Em tudo somos experts quando tratamos de experiências alheias; julgamos, condenamos, rotulamos, mas em se tratando da nossa vida, somos iguais a um cachorrinho tentando atravessar uma avenida de muito movimento.
Quando se trata de optarmos pelo que a vida está nos oferecendo, fechamos os olhos e procuramos não enxergar um palmo diante do nosso nariz, preferimos nos abstermos diante das decisões mais importantes, que dizem respeito somente a nós e a mais ninguém. Pois eu lhe digo! Caso você não decida mudar, caso você insista em permanecer como mariscos grudados à rocha na costa da praia, nada irá lhe acontecer para melhorar esse seu estado de latência.
Acredite, enquanto você como a um marisco permanecer agarrado à rocha, você se habituará à variação dos mares e nada mais irá sentir além da água batendo em seu corpo, repetidas vezes. Estará tão habituado com esse movimento, que tanto faz...
E esse fato sempre o deixará em uma zona de conforto, mas não permitirá outras aspirações além disso, você nunca saberá que a sua vida é maior que essa rocha que o aprisiona.
Você pode ter como exemplo disso que lhe falo aquelas pessoas que nascem, crescem e morrem naquele mesmo lugar, de onde jamais saíram, por não terem tido a coragem de decidir tentar um outro tipo de vida, sem o mínimo de aspiração à felicidade, pessoas acomodadas com a própria situação, criadas por elas mesmo, óbvio que inconscientemente, totalmente apáticas e entregues ao que se costuma dizer: ao Deus dará. E quando questionadas do motivo de sempre lá viverem e não possuírem nenhum tipo de sonho, dirão: Deus quis assim!
Acreditem, nesse nosso plano terrestre, tudo é energia, tudo é ação e reação.
Deus nada tem a ver com isso, não procure atribuir a Deus o fato de você ser infeliz. Deus jamais irá querer ver você sofrendo por amor, por falta de recursos para ter uma vida confortável, falta de um trabalho digno, uma família desestruturada, isso nada tem a ver com Deus, isso tem a ver com você, com as decisões que você toma ou não na sua vida.
Procure refletir a respeito disso que lhe falo, analise sua situação atual, veja o que pode tomar como decisão para torná-la melhor, sempre há uma atitude a se tomar a favor da felicidade e aí, sim, Deus que é Pai irá lhe conceder o que de melhor você precisa, para uma vida harmoniosa. Mas procure se lembrar sempre. O fato de você não decidir, já é uma decisão, para a sua infelicidade ou felicidade, dependerá só e exclusivamente de você.
Pense nisso...
É, meu amigo, essa é a realidade.
Se você pensa que se abster de uma opinião é simplesmente ficar na sua: ledo engano.
De uma maneira ou de outra você decidiu. Nada nesse mundo existe sem que aja uma ação, por mais que você tente não opinar, o fato de não fazê-lo já é uma opinião e, portanto, uma decisão.
Quando afirmo isso, lembro-me do nosso congresso, quando em dia de votação, alguns políticos se abstém ao voto, simplesmente estão tomando um partido, seja para A ou para B; não dá para fugir disso. Mas é óbvio e claro que o político sabe disso; isso se aplica a todos nós, que somos reles mortais.
Na vida, de uma maneira ou de outra, tomamos partido, apenas às vezes não sabemos.
Nada existe nesse mundo que não carregue a nossa decisão, seja para o sim, ou para o não. Portanto, procure não se enganar, achando que de certa maneira você estará se abstendo de qualquer posição nessa vida. Tudo que ocorre no seu dia-a-dia tem a sua participação, alguma posição você irá tomar a favor ou contra alguém.
A vida sempre nos coloca em situações que são adversas à nossa vontade, forçando-nos a tomar posições a favor de uns ou de outros. Sempre estaremos em uma saia justa e, muitas vezes, difícil de decidir o lado para o qual iremos dar o nosso apoio.
Certamente, você já passou por situações difíceis quando teve que decidir entre um amigo e outro. Ou optar por um novo amor em detrimento de um velho amor.
Sei bem como é uma situação assim, mas lhe digo, não tem jeito, ou você assume uma postura que seja efetiva, ou o seu próprio silêncio irá demonstrar o lado que você assumiu nessa história.
Infelizmente, somos humanos e passíveis do nosso ego, nosso temperamento, nossa personalidade às vezes moldada em convívio com o nosso meio. Então, nos tornamos prepotentes, arrogantes, orgulhosos, fúteis e por que não dizer, até displicentes ou indolentes em nossas atitudes. Por mais que a vida nos coloque diante da realidade, sempre existe em nós uma rota de fuga, onde nossa mente insiste em nos levar, talvez por estarmos em uma zona de conforto, ou pelo medo de mudar e passar a caminhar por estradas tortuosas que jamais imaginaríamos caminhar.
Somos assim: inseguros, medrosos, acomodados, mas via de regra, imaginamos saber tudo no que diz respeito à vida dos outros, nossas atitudes, na maioria das vezes impensadas, determinam o que os outros devem e podem fazer. Em tudo somos experts quando tratamos de experiências alheias; julgamos, condenamos, rotulamos, mas em se tratando da nossa vida, somos iguais a um cachorrinho tentando atravessar uma avenida de muito movimento.
Quando se trata de optarmos pelo que a vida está nos oferecendo, fechamos os olhos e procuramos não enxergar um palmo diante do nosso nariz, preferimos nos abstermos diante das decisões mais importantes, que dizem respeito somente a nós e a mais ninguém. Pois eu lhe digo! Caso você não decida mudar, caso você insista em permanecer como mariscos grudados à rocha na costa da praia, nada irá lhe acontecer para melhorar esse seu estado de latência.
Acredite, enquanto você como a um marisco permanecer agarrado à rocha, você se habituará à variação dos mares e nada mais irá sentir além da água batendo em seu corpo, repetidas vezes. Estará tão habituado com esse movimento, que tanto faz...
E esse fato sempre o deixará em uma zona de conforto, mas não permitirá outras aspirações além disso, você nunca saberá que a sua vida é maior que essa rocha que o aprisiona.
Você pode ter como exemplo disso que lhe falo aquelas pessoas que nascem, crescem e morrem naquele mesmo lugar, de onde jamais saíram, por não terem tido a coragem de decidir tentar um outro tipo de vida, sem o mínimo de aspiração à felicidade, pessoas acomodadas com a própria situação, criadas por elas mesmo, óbvio que inconscientemente, totalmente apáticas e entregues ao que se costuma dizer: ao Deus dará. E quando questionadas do motivo de sempre lá viverem e não possuírem nenhum tipo de sonho, dirão: Deus quis assim!
Acreditem, nesse nosso plano terrestre, tudo é energia, tudo é ação e reação.
Deus nada tem a ver com isso, não procure atribuir a Deus o fato de você ser infeliz. Deus jamais irá querer ver você sofrendo por amor, por falta de recursos para ter uma vida confortável, falta de um trabalho digno, uma família desestruturada, isso nada tem a ver com Deus, isso tem a ver com você, com as decisões que você toma ou não na sua vida.
Procure refletir a respeito disso que lhe falo, analise sua situação atual, veja o que pode tomar como decisão para torná-la melhor, sempre há uma atitude a se tomar a favor da felicidade e aí, sim, Deus que é Pai irá lhe conceder o que de melhor você precisa, para uma vida harmoniosa. Mas procure se lembrar sempre. O fato de você não decidir, já é uma decisão, para a sua infelicidade ou felicidade, dependerá só e exclusivamente de você.
Pense nisso...
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3 de ago. de 2011

Cadê os diferentes?
Parafraseando Drummond: "Se meu nome fosse Raimundo, eu seria apenas uma rima".
Chega de pessoas iguais, chega dos clichês, dos hits de novela; não dá mais para agüentar tanta mesmice, tanta futilidade. Mulheres fruta com bundas e peitos siliconizados.
Chega de pessoas iguais, chega dos clichês, dos hits de novela; não dá mais para agüentar tanta mesmice, tanta futilidade. Mulheres fruta com bundas e peitos siliconizados.
Chega de pieguices, chega de falsos conceitos morais do cinema americano.
Chega de “Realitys”, de celebridades de quinta categoria, de humoristas sem talento algum de programas bizarros a expor a pobreza em bairros humildes, chega de fazenda e de roça do artista, de auditorios falsos, de briga por audiencia.
Chega!
Não dá mais para agüentar propagandas enganosas, com mulheres magras bonitas de cabelos lisos e sedosos. Não dá mais para agüentar tanto merchandising de remédio para diarréia, para prisão de ventre, remédio que faz perder a barriga, cinta-elástica, esteiras portáteis.
Chega!
Chega!
Das histórias bizarras, do irmão que casou com a irmã, da prima que teve um caso com o primo. E como o povo gosta de ver a desgraça alheia.
Chega!
Chega!
Quero ver pessoas diferentes, pessoas que não lotem um espaço cultural só porque é moda, pessoas que me olhem no olho e me falem "Bom Dia"! Pessoas que falem obrigado, que peçam desculpas, pessoas que sorriem. Pessoas que respirem calor humano, que cuidem de plantas, que gostem de animais ; pessoas que andem nas ruas, que gostem de ler, e apreciem um jardim.
Chega!
Chega!
De mesmice, chega de música que não alimente a alma, de revistas de fofoca, de castelos e de ilhas paradisíacas de bares cheios e pessoas vazias.
Chega!
Chega!
Quero as pessoas educadas, que não buzinem na porta do meu predio, que não façam fila dupla em frente às escolas, que ensinem seus filhos a cumprimentar e respeitar os mais velhos, a rezar antes de dormir, a brincar no quintal, a sentar à mesa nas refeições.
Chega!
Chega!
Da arrogância dos novos ricos, de futilidades, de flores de plástico, de bocas de botox e de mentes vazias. Não dá pra suportar, bundas iguais, caras iguais, cabelos iguais e pessoas também iguais.
Nelson Sganzerla
Nelson Sganzerla
Leia também
3 de jul. de 2011
Solidão
Elisabeth Cavalcante
Elisabeth Cavalcante
Um dos maiores desafios da vida é aprender a viver só. Isto não significa que tenhamos de abandonar o mundo e nossos relacionamentos para experimentar a solidão. Viver só consiste na capacidade de se manter focado em sua própria interioridade, ainda que esteja cercado por uma multidão.
Qual o propósito disto?
Quando buscamos incessantemente por companhia, perdermos a oportunidade de observar nossas emoções e perceber o quanto elas se encontram contaminadas pelo mundo exterior.
Para encontrar nossa verdadeira essência, precisamos aprender a nos desprender de todos os papéis que exercemos, ainda que por alguns minutos, e permitir que nossos insights se manifestem sem qualquer obstáculo. Quanto mais adentrarmos na dimensão do silêncio, mais rapidamente aprenderemos a perceber nossas reais necessidades.
Vivemos em um mundo em que as solicitações e o bombardeio de informações são tão intensos, que nos sufocam e tiram de nós qualquer possibilidade de parar, respirar e refletir sobre o que quer que seja.
Se não mantivermos uma firme decisão de fortalecer nossa consciência, corremos o risco de ser arrastados por este turbilhão. Os consultórios de terapeutas e psiquiatras refletem de modo cristalino esta realidade.
Precisamos de um espaço para que a dimensão divina de nosso ser possa se expressar. Este processo independe de qualquer opção ou prática religiosa. Ele consiste simplesmente no reconhecimento do nosso ser natural, e no abandono de todas as máscaras que fomos colecionando ao longo da vida.
Embora elas sejam úteis para que possamos sobreviver na sociedade, acreditar que constituem nossa única realidade é o primeiro passo para que a infelicidade se torne permanente em nós.
..Da mesma maneira que tudo é claramente refletido através de um lago totalmente calmo, sem ondas, também é verdade que o divino será refletido em você quando você se tornar calmo e quieto como o lago.
...eu gostaria que vocês compreendessem alguns sutras, alguns pontos chaves.
O primeiro sutra é: viva no presente...Nem o passado nem o futuro existem. Um é apenas a memória, o outro é apenas imaginação. Somente o presente é o momento vivo e verdadeiro. E se é para se conhecer a verdade, ela só pode ser conhecida se estivermos no presente.
O segundo sutra é: viva naturalmente. Todo o comportamento do homem é artificial e formal. Nós sempre nos mantemos encobertos por um falso manto e por causa dessa coberta nós gradualmente esquecemos nossa própria realidade. Você tem que deixar cair essa pele falsa e jogá-la fora.. Deixe que aquilo que é original e natural em você venha à tona e viva nisso.
O terceiro sutra é: viva só. A vida de meditação nasce em completa solidão, quando a pessoa está totalmente só. Mas geralmente o homem nunca está só. Ele está sempre cercado pelos outros. E quando ele não está no meio da multidão externa, ele está em uma multidão interna. Essa multidão tem que ser dispersada. Não permita que a multidão se reúna dentro de você.
Alguma vez vocês já tentaram imaginar o que vocês são, fora de todos os seus relacionamentos? Alguma vez vocês já se livraram das vestimentas desses relacionamentos e viram a si mesmos sem elas?
Distanciem vocês mesmos de todos esses relacionamentos e... o que sobra é o seu verdadeiro ser. Aquela entidade remanescente é o que você é em si mesmo"...
OSHO.
www.agbook.com.br Qual o propósito disto?
Quando buscamos incessantemente por companhia, perdermos a oportunidade de observar nossas emoções e perceber o quanto elas se encontram contaminadas pelo mundo exterior.
Para encontrar nossa verdadeira essência, precisamos aprender a nos desprender de todos os papéis que exercemos, ainda que por alguns minutos, e permitir que nossos insights se manifestem sem qualquer obstáculo. Quanto mais adentrarmos na dimensão do silêncio, mais rapidamente aprenderemos a perceber nossas reais necessidades.
Vivemos em um mundo em que as solicitações e o bombardeio de informações são tão intensos, que nos sufocam e tiram de nós qualquer possibilidade de parar, respirar e refletir sobre o que quer que seja.
Se não mantivermos uma firme decisão de fortalecer nossa consciência, corremos o risco de ser arrastados por este turbilhão. Os consultórios de terapeutas e psiquiatras refletem de modo cristalino esta realidade.
Precisamos de um espaço para que a dimensão divina de nosso ser possa se expressar. Este processo independe de qualquer opção ou prática religiosa. Ele consiste simplesmente no reconhecimento do nosso ser natural, e no abandono de todas as máscaras que fomos colecionando ao longo da vida.
Embora elas sejam úteis para que possamos sobreviver na sociedade, acreditar que constituem nossa única realidade é o primeiro passo para que a infelicidade se torne permanente em nós.
..Da mesma maneira que tudo é claramente refletido através de um lago totalmente calmo, sem ondas, também é verdade que o divino será refletido em você quando você se tornar calmo e quieto como o lago.
...eu gostaria que vocês compreendessem alguns sutras, alguns pontos chaves.
O primeiro sutra é: viva no presente...Nem o passado nem o futuro existem. Um é apenas a memória, o outro é apenas imaginação. Somente o presente é o momento vivo e verdadeiro. E se é para se conhecer a verdade, ela só pode ser conhecida se estivermos no presente.
O segundo sutra é: viva naturalmente. Todo o comportamento do homem é artificial e formal. Nós sempre nos mantemos encobertos por um falso manto e por causa dessa coberta nós gradualmente esquecemos nossa própria realidade. Você tem que deixar cair essa pele falsa e jogá-la fora.. Deixe que aquilo que é original e natural em você venha à tona e viva nisso.
O terceiro sutra é: viva só. A vida de meditação nasce em completa solidão, quando a pessoa está totalmente só. Mas geralmente o homem nunca está só. Ele está sempre cercado pelos outros. E quando ele não está no meio da multidão externa, ele está em uma multidão interna. Essa multidão tem que ser dispersada. Não permita que a multidão se reúna dentro de você.
Alguma vez vocês já tentaram imaginar o que vocês são, fora de todos os seus relacionamentos? Alguma vez vocês já se livraram das vestimentas desses relacionamentos e viram a si mesmos sem elas?
Distanciem vocês mesmos de todos esses relacionamentos e... o que sobra é o seu verdadeiro ser. Aquela entidade remanescente é o que você é em si mesmo"...
OSHO.
1 de jul. de 2011
Luz
Saul Brandalise Jr.
Saul Brandalise Jr.
Todos nós buscamos encontrar equilíbrio, lucidez, preparo, e mais saber ouvir, saber falar e saber esperar para que nossa caminhada neste planeta faça sentido.
A LUZ é isso. Uma somatória de adjetivos altamente qualificativos em que todos agreguem e potencializem em uma única direção nossa iluminação interior.
A caminhada é fácil? Claro e óbvio que não. É tão difícil e complicada que pensar em desistir faz parte do processo. Ao iniciarmos o processo de busca interior não nos damos conta de que a trajetória é árdua, complicada e cheia de percalços.
Principalmente porque buscamos o novo de maneira eufórica, sem nos darmos conta de que existem vícios e hábitos altamente enraizados em nossas vidas, e a esses temos que analisar, definindo os que ficam e eliminando os que não nos servem mais.
Aqui mora o principal problema de nossa busca. É a mesma sensação que o fumante sofre quando decide deixar de fumar. Ele pensa que só tem vício... Errado. Ele tem o vício e o hábito de fumar. Acender um cigarro depois do café não é sinal de vicio. É um hábito.
Nossos hábitos e vícios estão diretamente relacionados com os nossos valores e com a nossa família, o meio em que vivemos e a eventual religião que ainda seguimos.
Julgar as pessoas e falar mal delas é um hábito que pegamos a partir do meio em que vivemos. Continuar com isso se torna um vício sem que percebamos. Ora, isso cria karma. Quem somos nós para julgarmos aquele que também está em processo de aprender, de evoluir e crescer?
Buscar LUZ não significa apenas saber, ler livros, ir atrás de conhecimento e achar que isso é suficiente. O equilíbrio só vem do conhecimento aplicado. E é com esta forma de encarar a vida que conseguimos avaliar o quanto efetivamente sabemos. Sem equilíbrio não existe LUZ
Conheço pessoas que lêem dois livros por semana, mas continuam as mesmas.
Conheço pessoas que pouco lêem, no entanto, muito aplicam do que sabem e mudam seu comportamento a olhos vistos. Sem aplicar o que conhecemos não existe sabedoria. Sem sabedoria não há como se ter LUZ.
E, à medida que evoluímos, a cobrança vai ficando mais séria e difícil. É muito mais fácil ficar sem noção alguma e achar que tudo na vida é coincidência e obra do acaso. Para isso basta seguir os outros.
Mais fácil, ainda, é ser vítima. Para isso basta tomar um comprimido antidepressivo; dopar-se e comprometer o sexto chakra.
Lutar, buscar entender a vida, é muito complicado e se torna cada vez mais indispensável.
Entretanto, quando atingimos determinados patamares de conhecimento e LUZ, a vida fica muito mais fácil de ser desfrutada.
É óbvio que as pessoas à nossa volta estranham. Eles querem que sejamos como éramos. Pouco lhes importa se estamos mais felizes ou não.
Não é por um acaso que o momento atual se chama: PRESENTE... para que nós o desfrutemos e nos envolvamos a fundo com nossas verdades e percalços. Só assim alcançaremos LUZ.
Muitos livros funcionam como verdadeiras lanternas... mas desta forma nos esquecemos de que a LUZ é interior.
Sei que nos veremos, diferentes, em verdade.
Beijo na Alma
A LUZ é isso. Uma somatória de adjetivos altamente qualificativos em que todos agreguem e potencializem em uma única direção nossa iluminação interior.
A caminhada é fácil? Claro e óbvio que não. É tão difícil e complicada que pensar em desistir faz parte do processo. Ao iniciarmos o processo de busca interior não nos damos conta de que a trajetória é árdua, complicada e cheia de percalços.
Principalmente porque buscamos o novo de maneira eufórica, sem nos darmos conta de que existem vícios e hábitos altamente enraizados em nossas vidas, e a esses temos que analisar, definindo os que ficam e eliminando os que não nos servem mais.
Aqui mora o principal problema de nossa busca. É a mesma sensação que o fumante sofre quando decide deixar de fumar. Ele pensa que só tem vício... Errado. Ele tem o vício e o hábito de fumar. Acender um cigarro depois do café não é sinal de vicio. É um hábito.
Nossos hábitos e vícios estão diretamente relacionados com os nossos valores e com a nossa família, o meio em que vivemos e a eventual religião que ainda seguimos.
Julgar as pessoas e falar mal delas é um hábito que pegamos a partir do meio em que vivemos. Continuar com isso se torna um vício sem que percebamos. Ora, isso cria karma. Quem somos nós para julgarmos aquele que também está em processo de aprender, de evoluir e crescer?
Buscar LUZ não significa apenas saber, ler livros, ir atrás de conhecimento e achar que isso é suficiente. O equilíbrio só vem do conhecimento aplicado. E é com esta forma de encarar a vida que conseguimos avaliar o quanto efetivamente sabemos. Sem equilíbrio não existe LUZ
Conheço pessoas que lêem dois livros por semana, mas continuam as mesmas.
Conheço pessoas que pouco lêem, no entanto, muito aplicam do que sabem e mudam seu comportamento a olhos vistos. Sem aplicar o que conhecemos não existe sabedoria. Sem sabedoria não há como se ter LUZ.
E, à medida que evoluímos, a cobrança vai ficando mais séria e difícil. É muito mais fácil ficar sem noção alguma e achar que tudo na vida é coincidência e obra do acaso. Para isso basta seguir os outros.
Mais fácil, ainda, é ser vítima. Para isso basta tomar um comprimido antidepressivo; dopar-se e comprometer o sexto chakra.
Lutar, buscar entender a vida, é muito complicado e se torna cada vez mais indispensável.
Entretanto, quando atingimos determinados patamares de conhecimento e LUZ, a vida fica muito mais fácil de ser desfrutada.
É óbvio que as pessoas à nossa volta estranham. Eles querem que sejamos como éramos. Pouco lhes importa se estamos mais felizes ou não.
Não é por um acaso que o momento atual se chama: PRESENTE... para que nós o desfrutemos e nos envolvamos a fundo com nossas verdades e percalços. Só assim alcançaremos LUZ.
Muitos livros funcionam como verdadeiras lanternas... mas desta forma nos esquecemos de que a LUZ é interior.
Sei que nos veremos, diferentes, em verdade.
Beijo na Alma
28 de jun. de 2011
Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece!
Rosemeire Zago
Rosemeire Zago
Esse antigo ditado chinês descreve uma idéia básica oriental, a conexão entre a psique humana e as ocorrências exteriores, o mundo interior e exterior. Alguma vez você pensou muito como resolver determinada situação, sem saber como deveria agir? E de repente teve uma intuição que deveria mudar o rumo das coisas ou o caminho a seguir, podendo ser logo depois de abrir a página de um livro que leu sem querer, ao ouvir uma conversa na fila ou após um sonho? Pensou em alguém que gostaria de falar ou encontrar e logo em seguida se encontrou ou recebeu um telefonema da pessoa que pensou? Essas situações podem se tornar comum em alguma época na vida de algumas pessoas, o que nos confirma que nada acontece por acaso.
Apesar de nós, ocidentais, termos muita dificuldade em entender esses eventos, muitas vezes acreditando que tudo aquilo que não pode ser percebido pelos cinco sentidos ou explicados pela razão, seja considerado de menor valor, na verdade a sincronicidade nos proporciona um vislumbre interior e que há de fato um elo entre nós e o Universo. Mas como os eventos significativos são manifestos em linguagem simbólica, podem dificultar seu entendimento e assim se tornam muitas vezes ignorados e desprezados. Mas talvez seja possível entender um pouco mais sobre as coincidências significativas tendo uma compreensão da teoria de Jung. A primeira vez que Jung utilizou o termo sincronicidade publicamente foi em 1930, mas a primeira publicação só ocorreu em 1952, quando ele tinha 75 anos. Como podemos perceber esses fatos já são estudados há algum tempo.
Muitos acontecimentos aparentemente casuais podem ser significativos. Quantas vezes você não se deparou com coincidências ou encontros e não pôde explicar como ocorreram? Ou seja, quando existe uma coincidência entre um sentimento ou um pensamento e acontece um evento externo do qual a pessoa sente como significativo, damos o nome de sincronicidade. As coincidências significativas mais comuns acontecem quando estamos num momento de maior reflexão sobre o sentido da vida, momentos que parecem de algum modo diferentes, mais intensos e que não conseguimos muito explicar o que ocorre.
Não há explicação racional para situações em que uma pessoa tem um pensamento, sonho ou um estado psicológico interior que coincida com um acontecimento. Como nos casos em que pensamos em alguém, o telefone toca, e quem chama é a pessoa na qual estávamos pensando. E quando esses eventos tornam-se constantes é comum as pessoas ficarem assustadas, pois não entendem a profundidade desse processo. Quando entendemos e aceitamos a idéia de sincronicidade, qualquer acontecimento pouco comum é um convite para parar e pensar. Podemos sentir que algo está tentando nos dizer alguma coisa e essa sensação aumenta com cada novo acontecimento nesse sentido. Ter consciência de que as coincidências acontecem conosco é o primeiro passo para que passem a acontecer cada vez mais. Seja qual for o sinal, sentimos que é preciso decifrar uma mensagem e com isso tendemos a nos conhecer e crescer. É quando começamos a ter consciência de que algumas ocorrências podem mudar nossa vida. Para a sincronicidade, as coincidências dos acontecimentos significam algo mais do que mero acaso. Houve alguma coincidência que fez com que você chegasse até esse artigo e que agora percebe que foi significativa?
A sincronicidade pode nos dar a confirmação de que estamos no caminho correto, ou ainda, que devemos mudar o rumo que estamos indo. Algumas sensações como calafrio subindo pela espinha, de espanto ou calor, freqüentemente acompanham a sincronicidade.
Se quiser, poderá fazer um registro de informações em forma de diário. Formule as perguntas certas e fique atento que as respostas chegarão. Mais cedo ou mais tarde as coincidências vão ocorrer para levar você na direção indicada pela intuição. Quando passar a ouvir sua intuição, sua voz interior, logo perceberá que sua confiança proporcionalmente irá aumentar. Comece a ficar atento aos fatos de sua vida e em que circunstâncias eles ocorreram. Poderá ainda fazer um exercício construindo sua linha de tempo para aumentar seu autoconhecimento. Escreva eventos significativos de sua vida desde seu nascimento até o momento presente. Quais foram as situações mais marcantes em sua vida? Não precisa ser minucioso no relato, coloque eventos chaves que aconteceram de acordo com o ano ou com sua idade na época. Depois analise e identifique as lições que cada fato pode ter trazido para você e que pode não ter percebido quando ocorreram. Tenha consciência que sua vida tem um objetivo e que tudo que te acontece pode ter uma mensagem e um aprendizado. O que podem ter te ensinado? Percebeu um padrão repetitivo de experiências? Qual parece ser o objetivo da sua vida até agora? É isso que ainda quer para você ou tem perseguido objetivos que foram impostos e você os aceitou como seus? O que você preferia estar fazendo? O que te impede de mudá-los? Essas são apenas algumas sugestões de perguntas que você poderá fazer e deixar sua intuição e a sincronicidade te guiarem. Como diz Richard Bach: Cada pessoa, todos os episódios de sua vida, aí estão porque você aí os colocou. O que você escolhe fazer com eles, depende de você! E o que fazer com eles pode ser indicado pela sua intuição e sincronicidade. E realmente acontecem, por isso fique atento!
Se quiser saber mais:
- Jung, Sincronicidade e Destino Humano. - Progoff, Ira - Ed. Cultrix
- A Sincronicidade e o Tao - Bolen, Jean Shinoda
- A Profecia Celestina - Redfield, James - Ed. Objetiva
Apesar de nós, ocidentais, termos muita dificuldade em entender esses eventos, muitas vezes acreditando que tudo aquilo que não pode ser percebido pelos cinco sentidos ou explicados pela razão, seja considerado de menor valor, na verdade a sincronicidade nos proporciona um vislumbre interior e que há de fato um elo entre nós e o Universo. Mas como os eventos significativos são manifestos em linguagem simbólica, podem dificultar seu entendimento e assim se tornam muitas vezes ignorados e desprezados. Mas talvez seja possível entender um pouco mais sobre as coincidências significativas tendo uma compreensão da teoria de Jung. A primeira vez que Jung utilizou o termo sincronicidade publicamente foi em 1930, mas a primeira publicação só ocorreu em 1952, quando ele tinha 75 anos. Como podemos perceber esses fatos já são estudados há algum tempo.
Muitos acontecimentos aparentemente casuais podem ser significativos. Quantas vezes você não se deparou com coincidências ou encontros e não pôde explicar como ocorreram? Ou seja, quando existe uma coincidência entre um sentimento ou um pensamento e acontece um evento externo do qual a pessoa sente como significativo, damos o nome de sincronicidade. As coincidências significativas mais comuns acontecem quando estamos num momento de maior reflexão sobre o sentido da vida, momentos que parecem de algum modo diferentes, mais intensos e que não conseguimos muito explicar o que ocorre.
Não há explicação racional para situações em que uma pessoa tem um pensamento, sonho ou um estado psicológico interior que coincida com um acontecimento. Como nos casos em que pensamos em alguém, o telefone toca, e quem chama é a pessoa na qual estávamos pensando. E quando esses eventos tornam-se constantes é comum as pessoas ficarem assustadas, pois não entendem a profundidade desse processo. Quando entendemos e aceitamos a idéia de sincronicidade, qualquer acontecimento pouco comum é um convite para parar e pensar. Podemos sentir que algo está tentando nos dizer alguma coisa e essa sensação aumenta com cada novo acontecimento nesse sentido. Ter consciência de que as coincidências acontecem conosco é o primeiro passo para que passem a acontecer cada vez mais. Seja qual for o sinal, sentimos que é preciso decifrar uma mensagem e com isso tendemos a nos conhecer e crescer. É quando começamos a ter consciência de que algumas ocorrências podem mudar nossa vida. Para a sincronicidade, as coincidências dos acontecimentos significam algo mais do que mero acaso. Houve alguma coincidência que fez com que você chegasse até esse artigo e que agora percebe que foi significativa?
A sincronicidade pode nos dar a confirmação de que estamos no caminho correto, ou ainda, que devemos mudar o rumo que estamos indo. Algumas sensações como calafrio subindo pela espinha, de espanto ou calor, freqüentemente acompanham a sincronicidade.
Se quiser, poderá fazer um registro de informações em forma de diário. Formule as perguntas certas e fique atento que as respostas chegarão. Mais cedo ou mais tarde as coincidências vão ocorrer para levar você na direção indicada pela intuição. Quando passar a ouvir sua intuição, sua voz interior, logo perceberá que sua confiança proporcionalmente irá aumentar. Comece a ficar atento aos fatos de sua vida e em que circunstâncias eles ocorreram. Poderá ainda fazer um exercício construindo sua linha de tempo para aumentar seu autoconhecimento. Escreva eventos significativos de sua vida desde seu nascimento até o momento presente. Quais foram as situações mais marcantes em sua vida? Não precisa ser minucioso no relato, coloque eventos chaves que aconteceram de acordo com o ano ou com sua idade na época. Depois analise e identifique as lições que cada fato pode ter trazido para você e que pode não ter percebido quando ocorreram. Tenha consciência que sua vida tem um objetivo e que tudo que te acontece pode ter uma mensagem e um aprendizado. O que podem ter te ensinado? Percebeu um padrão repetitivo de experiências? Qual parece ser o objetivo da sua vida até agora? É isso que ainda quer para você ou tem perseguido objetivos que foram impostos e você os aceitou como seus? O que você preferia estar fazendo? O que te impede de mudá-los? Essas são apenas algumas sugestões de perguntas que você poderá fazer e deixar sua intuição e a sincronicidade te guiarem. Como diz Richard Bach: Cada pessoa, todos os episódios de sua vida, aí estão porque você aí os colocou. O que você escolhe fazer com eles, depende de você! E o que fazer com eles pode ser indicado pela sua intuição e sincronicidade. E realmente acontecem, por isso fique atento!
Se quiser saber mais:
- Jung, Sincronicidade e Destino Humano. - Progoff, Ira - Ed. Cultrix
- A Sincronicidade e o Tao - Bolen, Jean Shinoda
- A Profecia Celestina - Redfield, James - Ed. Objetiva
27 de jun. de 2011
O amor consciente
Elisabeth Cavalcante
Elisabeth Cavalcante
Todos desejamos a felicidade no amor. Mas, quantos de nós somos capazes de vivenciar este sentimento de modo maduro e consciente?
Muito poucos, certamente. E isto acontece porque a maioria dos seres humanos se relaciona sempre tentando obter do outro o ideal de plenitude e êxtase com que tanto sonham.
É uma grande responsabilidade que colocamos sobre a outra pessoa, a de nos garantir um paraíso permanente, onde reine a eterna harmonia. Se não somos capazes de alcançar este estado de equilíbrio por nossa própria conta, como podemos exigir do outro que o faça?
O primeiro passo na conquista de uma relação duradoura é tomarmos consciência de que esta não é uma tarefa fácil. Não basta desejar, é preciso se manter alerta, todos os dias, para não permitir que o ego e suas armadilhas predominem em nós.
A consciência permanente de que não somos perfeitos e, portanto, não podemos exigir de ninguém a perfeição, faz toda a diferença na arte da convivência.
Outro detalhe essencial é não criar expectativas exageradas sobre a outra pessoa e o relacionamento. Muitas das decepções que sofremos são o resultado de nossas próprias fantasias a respeito do outro, de nossa dificuldade em enxergá-lo ou aceitá-lo exatamente como ele é, e não como gostaríamos que fosse.
Ao invés disso, tentamos modificá-lo, na esperança de que ele se encaixe no modelo do amor ideal com que sonhamos. Este é o caminho mais rápido para que as cobranças se instalem e a relação tenha fim.
Focar nossa atenção nas qualidades do outro, mais do que em seus defeitos, e tentar não perder de vista os motivos que fizeram com que nos apaixonássemos por aquela pessoa, é essencial para que as fantasias se dissolvam e, finalmente, possamos viver a experiência do amor consciente.
"Quando você começa a se relacionar com seres humanos, você tem que levar em consideração que seres humanos não são coisas, são consciências. Você não pode dominá-los - embora quase todo mundo esteja tentando fazer isso e, dessa forma, estragando toda a vida do outro.
....Amar um ser humano é uma das coisas mais difíceis do mundo, porque no momento em que você começa a mostrar o seu amor, o outro começa a entrar numa viagem de poder. Ele sabe que você é dependente dele ou dela. Você pode ser escravizado - psicologicamente, espiritualmente - e ninguém quer ser um escravo. Mas todos os seus relacionamentos humanos acabam virando uma escravidão.
Todo ser humano tem um direito de nascimento de não ser dominado por ninguém - mas também um dever de nascimento de não tentar dominar ninguém. E só assim a amizade pode florescer.
O amor precisa de uma clareza de visão.
O amor precisa de uma limpeza de todas as espécies de coisas feias que estão em sua mente - ciúme, raiva, desejo de dominar.
...Nós aceitamos uma idéia falsa de que sabemos como amar. Nós não sabemos. Estamos vindo dos animais. Os animais não amam.
O amor é um fenômeno muito novo na vida humana. Os animais se reproduzem, mas não se amam... O amor é um fenômeno novo que surgiu com a consciência humana. Você terá que aprendê-lo.
Pintar belos quadros, criar poesias, esculturas, música, dança - isso está nas suas mãos. Mas quando você entra em contato com um ser humano, você tem que compreender que, do outro lado, está presente o mesmo tipo de consciência. Você tem de ter respeito e dar dignidade à pessoa que você ama...
...Amor é um outro nome de se compartilhar... Seu amor -o que você chama de amor- não é um compartilhar, é um esforço para obter algo.
...Você terá de mudar o significado de amor. Amor não é algo que você tenta ganhar do outro. E essa tem sido toda a história do amor - todo mundo está tentando ganhar amor do outro, tanto quanto possível. Ambos estão tentando ganhar e, naturalmente, ninguém está ganhando nada.
Amor não é algo a ser obtido.
Amor é algo a ser dado.
Mas você só pode dar quando você tem.
Você tem amor dentro de você? Você já se fez essa pergunta? Quando sentado em silêncio, você já observou? Você tem alguma energia de amor para dar?
...O relacionamento humano precisa de compreensão.
Minha sugestão é: medite. Torne-se mais e mais silencioso, calmo, tranqüilo. Deixe uma serenidade surgir em você.
Isso lhe ajudará de mil e uma maneiras, não apenas no amor".
OSHO - Sermons in Stones.
www.agbook.com.br Muito poucos, certamente. E isto acontece porque a maioria dos seres humanos se relaciona sempre tentando obter do outro o ideal de plenitude e êxtase com que tanto sonham.
É uma grande responsabilidade que colocamos sobre a outra pessoa, a de nos garantir um paraíso permanente, onde reine a eterna harmonia. Se não somos capazes de alcançar este estado de equilíbrio por nossa própria conta, como podemos exigir do outro que o faça?
O primeiro passo na conquista de uma relação duradoura é tomarmos consciência de que esta não é uma tarefa fácil. Não basta desejar, é preciso se manter alerta, todos os dias, para não permitir que o ego e suas armadilhas predominem em nós.
A consciência permanente de que não somos perfeitos e, portanto, não podemos exigir de ninguém a perfeição, faz toda a diferença na arte da convivência.
Outro detalhe essencial é não criar expectativas exageradas sobre a outra pessoa e o relacionamento. Muitas das decepções que sofremos são o resultado de nossas próprias fantasias a respeito do outro, de nossa dificuldade em enxergá-lo ou aceitá-lo exatamente como ele é, e não como gostaríamos que fosse.
Ao invés disso, tentamos modificá-lo, na esperança de que ele se encaixe no modelo do amor ideal com que sonhamos. Este é o caminho mais rápido para que as cobranças se instalem e a relação tenha fim.
Focar nossa atenção nas qualidades do outro, mais do que em seus defeitos, e tentar não perder de vista os motivos que fizeram com que nos apaixonássemos por aquela pessoa, é essencial para que as fantasias se dissolvam e, finalmente, possamos viver a experiência do amor consciente.
"Quando você começa a se relacionar com seres humanos, você tem que levar em consideração que seres humanos não são coisas, são consciências. Você não pode dominá-los - embora quase todo mundo esteja tentando fazer isso e, dessa forma, estragando toda a vida do outro.
....Amar um ser humano é uma das coisas mais difíceis do mundo, porque no momento em que você começa a mostrar o seu amor, o outro começa a entrar numa viagem de poder. Ele sabe que você é dependente dele ou dela. Você pode ser escravizado - psicologicamente, espiritualmente - e ninguém quer ser um escravo. Mas todos os seus relacionamentos humanos acabam virando uma escravidão.
Todo ser humano tem um direito de nascimento de não ser dominado por ninguém - mas também um dever de nascimento de não tentar dominar ninguém. E só assim a amizade pode florescer.
O amor precisa de uma clareza de visão.
O amor precisa de uma limpeza de todas as espécies de coisas feias que estão em sua mente - ciúme, raiva, desejo de dominar.
...Nós aceitamos uma idéia falsa de que sabemos como amar. Nós não sabemos. Estamos vindo dos animais. Os animais não amam.
O amor é um fenômeno muito novo na vida humana. Os animais se reproduzem, mas não se amam... O amor é um fenômeno novo que surgiu com a consciência humana. Você terá que aprendê-lo.
Pintar belos quadros, criar poesias, esculturas, música, dança - isso está nas suas mãos. Mas quando você entra em contato com um ser humano, você tem que compreender que, do outro lado, está presente o mesmo tipo de consciência. Você tem de ter respeito e dar dignidade à pessoa que você ama...
...Amor é um outro nome de se compartilhar... Seu amor -o que você chama de amor- não é um compartilhar, é um esforço para obter algo.
...Você terá de mudar o significado de amor. Amor não é algo que você tenta ganhar do outro. E essa tem sido toda a história do amor - todo mundo está tentando ganhar amor do outro, tanto quanto possível. Ambos estão tentando ganhar e, naturalmente, ninguém está ganhando nada.
Amor não é algo a ser obtido.
Amor é algo a ser dado.
Mas você só pode dar quando você tem.
Você tem amor dentro de você? Você já se fez essa pergunta? Quando sentado em silêncio, você já observou? Você tem alguma energia de amor para dar?
...O relacionamento humano precisa de compreensão.
Minha sugestão é: medite. Torne-se mais e mais silencioso, calmo, tranqüilo. Deixe uma serenidade surgir em você.
Isso lhe ajudará de mil e uma maneiras, não apenas no amor".
OSHO - Sermons in Stones.
26 de jun. de 2011
Carga Energética
Acid
www.agbook.com.br
Acid
Nunca mais tinha ocorrido um daqueles "causos" que me motivaram a criar o Saindo da Matrix (é, antes mesmo de ter esse nome ele era simplesmente um registro de estranhezas). Mas eis que surge neste fim de semana um caso que só não foi mais interessante porque eu fui a vítima.
Uma "carga negativa" é uma espécie de ataque energético que a pessoa sofre vinda de outra pessoa ou de um ambiente "carregado". Isso não quer dizer que a pessoa é malvada ou quis atacar (quando há intenção chama-se de "mau olhado" ou "olho gordo"), mas que essa pessoa está energeticamente desestabilizada a ponto de funcionar como um buraco negro, sugando e desestabilizando a energia em sua volta. Pra isso nem precisa haver contato físico, um telefonema já pode ser o suficiente pra passar a "carga", pois basta uma interação mental (facilitada pela afinidade) com a pessoa.
Acontece que eu peguei uma carga dessas, que afetou tanto meu estado mental como físico, numa parte do meu corpo que já é normalmente fragilizada. Na sexta-feira, eu literalmente não consegui dormir, com agitação mental, falta de ar e dores que pra mim (e pra medicina) tinham tudo a ver com o quadro físico. Tanto que pela manhã fui parar no hospital, onde a médica me receitou dois remédios (um deles eu já vinha tomando e não vinha adiantando). Passei o sábado me medicando e descansando, achei que estivesse bem, mas na hora de dormir ocorreu tudo de novo. Fiquei das 23h30min às 2h da manhã deitado mas sem dormir, com todos os sintomas de outrora, apenas repousando o corpo (mas não a mente), até que me deu o estalo (ou desespero) de começar a me investigar energeticamente (ok, eu demorei pra fazer isso!) e percebi um "vazio" num ponto específico do corpo (também afetado fisicamente). Não havia nem dor, desconforto, nada. Então, peguei um incenso de breu (um incenso gigante, bem mais grosso que um incenso normal, o que produz um rolo de fumaça bem adequado pra defumação) e comecei a me "limpar". Como eu já havia visto espíritos limpando gente (com vela, galhos de arruda, defumador) eu imitei o procedimento, que agora compartilho com vocês:
Comece defumando pela sola dos pés, e vá subindo pela lateral das pernas. Sempre mentalizando sua cura de forma FIRME E CLARA, como uma ORDEM. Tenha em mente que todas as energias ruins irão embora, e se quiser usar um mantra, do tipo "maior do que Deus, ninguém!" é bom, também. Passe por baixo dos braços, por cima, costas, frente; imagine que o incenso é como uma pá, removendo as impurezas do corpo. Quando chegar na cabeça faça um movimento espiral ao redor da cabeça, e também em cima da cabeça. Imagine que a energia "pesada" está se dissipando com esses movimentos (como o açúcar dissolve no copo d'água ao mexer com a colher). Imaginação é essencial para esse tipo de trabalho. Detenha-se mais na área afetada (se tiver). No meu caso eu fiz movimentos espirais na área afetada, como que fazendo o chakra "pegar no tranco".
Aproveitei o breu e dei uma defumação na minha casa toda. Fiz isso de dentro (dos quartos) pra fora (a sala). Enfumacei minha cama, e todas as quinas de todos os cômodos (especialmente por detrás das portas). Se quiser faça um símbolo de poder (pode ser uma cruz, pode ser outra coisa com a qual você se conecte) nas portas com a fumaça, como se fosse um selo de proteção.
Após isso tive a intuição de jogar fora o resto do breu em um lugar com areia ou mato. Felizmente, foi só jogar pela janela, num terreno abandonado e sem possibilidade de causar incêndio. Após isso, minha intuição me disse pra tomar banho e trocar todas as roupas que eu estava usando. Daí me deitei pra dormir, fechei os olhos e... pela primeira vez em 24h dormi como um anjo, sem nenhum dos sintomas que há menos de meia hora me afligiam.
Explicação física pra isso? Não tenho. A explicação espiritual é fácil, teve a ver com defumação. Mas há também uma possível explicação psicológica, que tem a ver com MAGIA. Deus sabe que eu queria muito poder dormir, desde ontem, mas nem meu corpo nem minha mente obedeciam. Somente através da MAGIA (uma forma de interação do mundo físico com o espiritual) acessei uma instância superior de minha mente e, através de um RITO (ritual de defumação) coloquei ORDEM na "casa".
O fato é que os efeitos físicos ainda perduram, em menor intensidade, até hoje; o que significa que nem tudo é espiritual, nem tudo é físico, e que é preciso estar atento aos dois.
Uma "carga negativa" é uma espécie de ataque energético que a pessoa sofre vinda de outra pessoa ou de um ambiente "carregado". Isso não quer dizer que a pessoa é malvada ou quis atacar (quando há intenção chama-se de "mau olhado" ou "olho gordo"), mas que essa pessoa está energeticamente desestabilizada a ponto de funcionar como um buraco negro, sugando e desestabilizando a energia em sua volta. Pra isso nem precisa haver contato físico, um telefonema já pode ser o suficiente pra passar a "carga", pois basta uma interação mental (facilitada pela afinidade) com a pessoa.
Acontece que eu peguei uma carga dessas, que afetou tanto meu estado mental como físico, numa parte do meu corpo que já é normalmente fragilizada. Na sexta-feira, eu literalmente não consegui dormir, com agitação mental, falta de ar e dores que pra mim (e pra medicina) tinham tudo a ver com o quadro físico. Tanto que pela manhã fui parar no hospital, onde a médica me receitou dois remédios (um deles eu já vinha tomando e não vinha adiantando). Passei o sábado me medicando e descansando, achei que estivesse bem, mas na hora de dormir ocorreu tudo de novo. Fiquei das 23h30min às 2h da manhã deitado mas sem dormir, com todos os sintomas de outrora, apenas repousando o corpo (mas não a mente), até que me deu o estalo (ou desespero) de começar a me investigar energeticamente (ok, eu demorei pra fazer isso!) e percebi um "vazio" num ponto específico do corpo (também afetado fisicamente). Não havia nem dor, desconforto, nada. Então, peguei um incenso de breu (um incenso gigante, bem mais grosso que um incenso normal, o que produz um rolo de fumaça bem adequado pra defumação) e comecei a me "limpar". Como eu já havia visto espíritos limpando gente (com vela, galhos de arruda, defumador) eu imitei o procedimento, que agora compartilho com vocês:
Comece defumando pela sola dos pés, e vá subindo pela lateral das pernas. Sempre mentalizando sua cura de forma FIRME E CLARA, como uma ORDEM. Tenha em mente que todas as energias ruins irão embora, e se quiser usar um mantra, do tipo "maior do que Deus, ninguém!" é bom, também. Passe por baixo dos braços, por cima, costas, frente; imagine que o incenso é como uma pá, removendo as impurezas do corpo. Quando chegar na cabeça faça um movimento espiral ao redor da cabeça, e também em cima da cabeça. Imagine que a energia "pesada" está se dissipando com esses movimentos (como o açúcar dissolve no copo d'água ao mexer com a colher). Imaginação é essencial para esse tipo de trabalho. Detenha-se mais na área afetada (se tiver). No meu caso eu fiz movimentos espirais na área afetada, como que fazendo o chakra "pegar no tranco".
Aproveitei o breu e dei uma defumação na minha casa toda. Fiz isso de dentro (dos quartos) pra fora (a sala). Enfumacei minha cama, e todas as quinas de todos os cômodos (especialmente por detrás das portas). Se quiser faça um símbolo de poder (pode ser uma cruz, pode ser outra coisa com a qual você se conecte) nas portas com a fumaça, como se fosse um selo de proteção.
Após isso tive a intuição de jogar fora o resto do breu em um lugar com areia ou mato. Felizmente, foi só jogar pela janela, num terreno abandonado e sem possibilidade de causar incêndio. Após isso, minha intuição me disse pra tomar banho e trocar todas as roupas que eu estava usando. Daí me deitei pra dormir, fechei os olhos e... pela primeira vez em 24h dormi como um anjo, sem nenhum dos sintomas que há menos de meia hora me afligiam.
Explicação física pra isso? Não tenho. A explicação espiritual é fácil, teve a ver com defumação. Mas há também uma possível explicação psicológica, que tem a ver com MAGIA. Deus sabe que eu queria muito poder dormir, desde ontem, mas nem meu corpo nem minha mente obedeciam. Somente através da MAGIA (uma forma de interação do mundo físico com o espiritual) acessei uma instância superior de minha mente e, através de um RITO (ritual de defumação) coloquei ORDEM na "casa".
O fato é que os efeitos físicos ainda perduram, em menor intensidade, até hoje; o que significa que nem tudo é espiritual, nem tudo é físico, e que é preciso estar atento aos dois.
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